Quem não se lembra de improvisar balizas com pedras,
mochilas ou casacos, de escolher as equipas “à sorte” com um simples “um, dois,
três, quem fica com ele”, ou de discutir se a bola entrou mesmo ou não? Era
pura diversão — sem regras complicadas, sem árbitros, só a alegria do jogo e a
vontade de marcar aquele “golaço”.

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